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Transmissão comunitária de COVID-19 e Matriz de Risco para Retorno às Atividades Presenciais

Por Carlos EF STARLING, MD, MSc; Bráulio RGM COUTO, Eng, PhD

Ir para home-office foi difícil, mas voltar a se encontrar é mais difícil ainda! Como reinaugurar com segurança o local de trabalho? Quando voltar ao trabalho presencial? Quem pode sair do home-office?

A matriz de risco da COVID-19 é uma ferramenta que permite avaliar as condições seguras para se retornar às atividades presenciais neste cenário de pandemia “latente”. Para se construir a matriz de risco é necessário levar em conta fatores relacionados com a chance do indivíduo desenvolver COVID-19, além de fatores que geram maior gravidade da doença em si.

Uma matriz de risco pode ser obtida pelo produto de escores de risco para COVID-19 multiplicado pelos escores de gravidade da doença.

Por exemplo, considere uma matriz de risco com três fatores: um escore para gravidade da doença, baseado em idade e comorbidades do indivíduo (E1), um escore de risco de COVID-19, baseado nas condições favoráveis (ou desfavoráveis) do ambiente de trabalho (E2) e um terceiro escore que reflita a taxa de transmissão comunitária de COVID-19 no local/cidade de trabalho (E3).

Se os três escore variarem de 1 a 5 pontos (1=muito baixo risco; 2 = baixo risco; 3 = risco moderado; 4 = alto risco; 5 = muito alto risco) então a matriz de risco (M= E1 x E2 x E3) terá valores entre 1 (M=1x1x1) até 125 (M=5x5x5) para cada indivíduo avaliado.

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