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Situação epidemiológica e orientações sobre medidas de prevenção e controle do Sarampo

Nota Técnica N° 14/2019 Sarampo – CIEVS/GVIGE/DPSV/GEAPS/DIAS/SMSA/PBH

Belo Horizonte, 05 de agosto de 2019.

O sarampo é uma doença viral aguda, de notificação compulsória e imediata, altamente transmissível e contagiosa, podendo evoluir com complicações e óbitos. As complicações mais comuns são infecções bacterianas de vias aéreas, otite, encefalite e diarreia. Dessa forma, podem ser graves e eventualmente fatais, principalmente em crianças desnutridas, menores de um ano ou indivíduos imunossuprimidos.

A transmissão ocorre diretamente de pessoa a pessoa, por secreções nasofaríngeas expelidas ao tossir, espirrar ou falar. O paciente transmite o vírus desde seis dias antes do exantema até quatro dias após seu aparecimento. O período de incubação geralmente é de 10 dias, podendo variar de 7 a 21 dias.

Não há tratamento específico para a infecção do vírus do sarampo, sendo indicada abordagem clínica sintomática e de suporte conforme gravidade do caso. O usuário deve ser mantido em condições de isolamento respiratório (precaução para aerossóis – Fig.1) e os casos de maior gravidade devem ser encaminhados para a internação.

A vacinação, com a vacina tríplice viral, é medida prioritária para o controle e prevenção. De acordo com o Programa Nacional de Imunização, é recomendada a administração de duas doses de vacina para crianças – a primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

Para ser considerado adequadamente vacinado são necessárias duas doses da vacina (tríplice viral) para indivíduos de 1 a 29 anos e 1 dose para maiores de 30 anos.
Profissionais da área da saúde necessitam de duas doses da vacina, independentemente da idade.

O comportamento endêmico – epidêmico do sarampo varia de um local para outro e depende basicamente da relação entre o grau de imunidade e a suscetibilidade da população, bem como da circulação do vírus na área. Diante disso conclui-se que na presença de pessoas não imunizadas ou que nunca apresentaram o sarampo, a doença pode manter-se em níveis endêmicos, produzindo epidemias recorrentes.

 

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(Fonte: Prefeitura de Belo Horizonte)

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